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Quantos profissionais uma empresa de criação de sites precisa para desenvolver um site?

Quantos profissionais uma empresa de criação de sites precisa para desenvolver um site?

Quando alguém contrata uma empresa de criação de sites, pode imaginar que todo o projeto será desenvolvido por uma única pessoa sentada diante do computador. Em alguns casos isso realmente acontece. Em outros, diferentes profissionais participam de etapas específicas do trabalho.

Não existe uma quantidade obrigatória de pessoas para desenvolver um site.

Um profissional com conhecimentos em diferentes áreas pode desenvolver sozinho um projeto relativamente simples. Já projetos maiores podem envolver designers, programadores, profissionais de conteúdo, SEO, atendimento e outros especialistas.

Portanto, mais importante do que perguntar quantas pessoas trabalham no site é entender quais conhecimentos são necessários para que o projeto seja bem executado.

É possível uma única pessoa desenvolver um site profissional?

Sim.

Um profissional experiente pode reunir conhecimentos suficientes para cuidar de várias etapas de um projeto, principalmente em sites institucionais de pequeno e médio porte.

Ele pode participar do planejamento, desenvolver o layout, programar as páginas, configurar formulários, fazer adaptações para dispositivos móveis e publicar o site.

Isso não significa, porém, que qualquer projeto possa ou deva ser realizado dessa maneira.

Conforme a complexidade aumenta, começa a fazer sentido dividir determinadas atividades entre profissionais especializados.

É semelhante ao que acontece em várias outras áreas: o tamanho da equipe depende da dimensão e das necessidades do trabalho.

Então por que algumas empresas possuem equipes maiores?

Porque desenvolvimento de sites envolve muito mais do que programação.

Para chegar ao resultado que aparece na tela do visitante, normalmente existe uma sequência de decisões envolvendo estrutura, conteúdo, aparência, tecnologia, desempenho e divulgação.

Dependendo do projeto, diferentes competências podem ser necessárias.

Vamos conhecer algumas delas.

1. Atendimento e levantamento das necessidades

Antes de qualquer linha de código, alguém precisa entender o que a empresa necessita.

Essa etapa envolve conversar com o cliente, conhecer seus produtos ou serviços, identificar o público que pretende atingir e levantar as funcionalidades necessárias.

Também é importante compreender qual será a principal função do site.

Ele deverá gerar contatos? Apresentar a empresa? Mostrar produtos? Receber solicitações de orçamento? Divulgar conteúdo? Atender diferentes objetivos ao mesmo tempo?

Um levantamento bem realizado reduz problemas posteriormente porque ajuda a equipe a começar o projeto sabendo o que precisa ser construído.

2. Planejamento da estrutura do site

Depois de entender as necessidades, é preciso transformar as informações em uma estrutura de navegação.

  • Quais páginas serão necessárias?
  • Como os serviços serão organizados?
  • O que deverá aparecer no menu?
  • Quais informações merecem páginas próprias?
  • Como o visitante chegará até o formulário de contato?
  • Essa atividade pode ser realizada pelo próprio desenvolvedor, por um profissional de UX, por alguém responsável pela estratégia do projeto ou por uma combinação dessas funções.

O importante é que exista planejamento antes da execução.

3. Web designer

O web designer trabalha na apresentação visual e na experiência oferecida pelas páginas.

Entre suas preocupações estão elementos como disposição das informações, tipografia, imagens, botões, espaços, identidade visual e hierarquia do conteúdo.

Mas design de sites não significa simplesmente deixar uma página bonita.

Um bom layout também precisa facilitar a navegação.

O visitante deve conseguir identificar rapidamente onde está, o que a empresa oferece e como encontrar as informações que procura.

4. Desenvolvedor front-end

O front-end é a parte do desenvolvimento relacionada àquilo que aparece e funciona diretamente no navegador.

É o profissional que transforma a estrutura visual em páginas funcionais.

Menus, botões, formulários, animações, organização dos elementos e comportamento das páginas em diferentes tamanhos de tela fazem parte desse universo.

Dependendo da forma como a empresa trabalha, as funções de web designer e desenvolvedor front-end podem ser realizadas pela mesma pessoa ou por profissionais diferentes.

5. Desenvolvedor back-end

Nem todo site precisa de um trabalho complexo de back-end.

Quando necessário, esse profissional atua na parte que acontece por trás das páginas.

Bancos de dados, sistemas administrativos, autenticação de usuários, processamento de informações e integrações com outros sistemas são alguns exemplos.

Um site institucional relativamente simples pode precisar de pouco desenvolvimento específico nessa área. Já um portal, plataforma ou sistema web pode exigir um trabalho consideravelmente maior.

6. Profissional responsável pelo conteúdo

Um site pode ter excelente programação e um layout muito bem elaborado e, mesmo assim, comunicar mal o que a empresa faz.

É aí que entra o conteúdo.

Os textos precisam explicar serviços, apresentar diferenciais, responder às principais dúvidas dos visitantes e indicar os próximos passos.

Em alguns projetos, o cliente fornece todo o conteúdo.

Em outros, a empresa responsável pelo desenvolvimento também participa da organização, revisão ou produção dos textos.

Essa etapa merece atenção porque um site não se comunica apenas por meio do design.

7. Profissional de SEO

Quando existe preocupação com a presença nos mecanismos de busca, conhecimentos de SEO devem entrar no projeto desde o planejamento.

Estrutura das páginas, títulos, URLs, hierarquia das informações, conteúdo, links internos, desempenho e vários outros aspectos podem interferir na maneira como o site é rastreado e compreendido pelos buscadores.

Isso não significa que todo projeto precise ter uma pessoa trabalhando exclusivamente com SEO.

Em equipes menores, o próprio desenvolvedor ou responsável pelo projeto pode possuir esse conhecimento.

Em projetos maiores ou estratégias mais competitivas, pode existir um especialista dedicado à área.

O mais importante é não tratar SEO como algo que só será pensado depois que o site estiver pronto.

8. Profissional de imagens e identidade visual

Fotografias e elementos gráficos também influenciam bastante a apresentação de um site.

Dependendo do projeto, podem participar fotógrafos, designers gráficos, ilustradores ou profissionais responsáveis pelo tratamento das imagens.

Em outros casos, a própria empresa já possui um banco de fotografias, identidade visual definida e todos os materiais necessários.

Por isso, essa função varia bastante de um projeto para outro.

9. Testes e controle de qualidade

Antes da publicação, alguém precisa verificar se aquilo que foi desenvolvido realmente funciona.

  • O formulário envia corretamente?
  • Os links estão funcionando?
  • O menu abre no celular?
  • As páginas carregam adequadamente?
  • Existem informações erradas?
  • Há elementos quebrados em determinadas resoluções?

Em projetos maiores, pode existir uma pessoa ou equipe dedicada a testes. Em projetos menores, os próprios profissionais responsáveis pelo desenvolvimento executam essa tarefa.

Independentemente de quem faça, testar é uma etapa do desenvolvimento e não um detalhe opcional.

10. Gerenciamento do projeto

Quanto maior o projeto e a equipe, maior tende a ser a necessidade de coordenação.

Alguém precisa acompanhar prazos, organizar materiais, centralizar solicitações, controlar alterações e manter a comunicação entre cliente e profissionais envolvidos.

Em uma pequena equipe, essa função pode ficar com a mesma pessoa responsável pelo atendimento.

Em projetos maiores, pode existir um gerente de projetos dedicado.

Afinal, quantas pessoas são necessárias?

Não existe um número correto.

Um site pode ser desenvolvido por um único profissional multidisciplinar, por uma pequena equipe ou por dezenas de especialistas.

Ter mais pessoas envolvidas não significa automaticamente obter um site melhor.

Da mesma forma, uma equipe pequena não significa necessariamente um projeto inferior.

Imagine dois cenários.

No primeiro, dez pessoas participam do projeto, mas não existe boa comunicação entre elas. Cada profissional trabalha isoladamente e as decisões não seguem uma estratégia comum.

No segundo, três profissionais experientes possuem funções bem definidas, comunicam-se constantemente e conhecem profundamente o projeto.

O tamanho da equipe, isoladamente, não permite dizer qual dos dois produzirá o melhor resultado.

Um profissional pode exercer mais de uma função?

Pode, e isso é bastante comum.

Um desenvolvedor pode possuir conhecimentos de SEO. Um designer pode trabalhar também com experiência do usuário. Um profissional responsável pelo projeto pode participar da arquitetura das informações e do conteúdo.

Por isso, aquela lista de dez funções que apresentamos anteriormente não significa que sejam necessárias dez pessoas.

São competências que podem estar distribuídas de maneiras diferentes.

Em uma empresa, talvez três profissionais cubram todas elas. Em outra, as atividades podem ser muito mais especializadas.

O tipo de site interfere no tamanho da equipe?

Bastante.

Um site institucional para uma pequena empresa possui necessidades muito diferentes de um portal com milhares de páginas ou de uma plataforma integrada aos sistemas internos de uma grande organização.

Um projeto pode precisar apenas de:

planejamento + design + desenvolvimento + conteúdo + testes.

Outro pode acrescentar:

banco de dados + integrações + segurança + infraestrutura + UX + SEO + produção audiovisual + gerenciamento dedicado.

É o escopo que determina quais conhecimentos serão necessários.

Ter uma equipe enorme é uma vantagem?

Não necessariamente.

Equipes maiores conseguem reunir especialistas muito específicos e dividir projetos complexos em várias frentes simultaneamente.

Por outro lado, também exigem mais coordenação.

Para determinados projetos, uma equipe pequena e experiente pode trabalhar com bastante eficiência porque existem menos intermediários entre a necessidade do cliente e quem efetivamente está desenvolvendo o site.

Por isso, quantidade de funcionários não deveria ser o principal critério para escolher uma empresa.

O que perguntar antes de contratar?

Em vez de perguntar apenas “quantas pessoas trabalham na empresa?”, talvez seja mais útil perguntar:

  • Quem será responsável pelo meu projeto?
  • Quem desenvolverá o layout?
  • Quem cuidará da programação?
  • O conteúdo será fornecido por mim ou haverá orientação?
  • O site será preparado para dispositivos móveis?
  • SEO será considerado durante o desenvolvimento?
  • Quem fará os testes?
  • Quem será meu contato durante o projeto?
  • Existe suporte depois da publicação?

Essas perguntas revelam muito mais sobre a forma de trabalho do que simplesmente saber o tamanho da equipe.

O mais importante é que as competências necessárias estejam presentes

Quem contrata um site não precisa necessariamente saber o nome de todas as tecnologias utilizadas ou quantas pessoas estarão diante dos computadores.

Mas é importante saber se a equipe responsável possui condições de atender às diferentes necessidades do projeto.

Um site profissional reúne várias áreas: planejamento, design, desenvolvimento, conteúdo, usabilidade, dispositivos móveis, desempenho, SEO e testes.

Dependendo da complexidade, essas competências podem estar concentradas em poucas pessoas ou distribuídas entre diversos especialistas.

Experiência também influencia a organização da equipe

Com o passar dos anos, empresas que trabalham continuamente com desenvolvimento tendem a criar processos próprios.

Problemas que anteriormente exigiam muito tempo passam a ser identificados mais rapidamente. Determinadas etapas são padronizadas e a experiência acumulada ajuda na tomada de decisões.

Isso também explica por que não é possível avaliar a capacidade de uma empresa simplesmente contando quantas pessoas trabalham nela.

Equipe, processo e experiência precisam funcionar juntos.

Uma empresa de criação de sites precisa ter todos esses profissionais contratados?

Também não.

Dependendo de sua estrutura, uma empresa pode manter uma equipe interna e trabalhar com profissionais especializados quando determinado projeto exigir.

Outra pode concentrar diversas competências em sua própria equipe.

O modelo de contratação, sozinho, não determina a qualidade do resultado.

Para o cliente, o que realmente importa é saber quem assume a responsabilidade pelo projeto e se os conhecimentos necessários estarão disponíveis quando forem necessários.

Antes de escolher, entenda como o projeto será desenvolvido

Ao contratar uma empresa para desenvolver um site, vale conhecer um pouco do processo.

Pergunte como começa o projeto, quem participa das decisões, como são feitas as aprovações, quem cuida do conteúdo, como são realizados os testes e o que acontece depois da publicação.

Essas informações ajudam a comparar propostas de maneira muito mais útil do que simplesmente perguntar qual empresa possui a maior equipe.

A Prática Internet desenvolve sites profissionais para empresas de diferentes segmentos, reunindo planejamento, design, desenvolvimento, conteúdo, responsividade e cuidados com SEO de acordo com as necessidades de cada projeto.

Se sua empresa pretende desenvolver um novo site ou reformular o atual, conheça nosso trabalho como empresa de criação de sites e veja como planejamos cada projeto desde a estrutura inicial até sua publicação.


Sobre o Autor
Virgílio César

Virgílio César é fundador da Prática Internet, empresa de criação de sites profissionais em Recife desde 1999. Ao longo de sua trajetória, já desenvolveu centenas de projetos para empresas que buscam criar site com qualidade, orçamentos transparentes e contar com uma agência de criação de sites experiente.